1º de Outubro: Dia Internacional do Idoso

01 de outubro de 2019

O Dia Internacional do Idoso é comemorado em 1º de outubro. Os Estados do MERCOSUL e o IPPDH coordenam ações nacionais e regionais com o objetivo de contribuir para a melhoria da qualidade de vida desse grupo de pessoas, entendendo que, segundo dados das Nações Unidas e da CEPAL, a composição da população mundial mudou na última década e, atualmente, quase 700 milhões de pessoas têm mais de 60 anos. Estima-se que, até 2050, haverá 2 bilhões de pessoas com 60 anos ou mais, ou seja, mais de 20% da população mundial.

A Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) reconhecem que o desenvolvimento só pode ser alcançado se incluir todas as idades. O empoderamento dos idosos em todas as áreas do desenvolvimento, incluindo sua participação na vida social, econômica e política, ajuda a garantir sua inclusão e a reduzir as muitas desigualdades que essas pessoas enfrentam.

O tema do Dia Internacional do Idoso deste ano está intimamente ligado ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 10, que busca abordar as desigualdades atualmente enfrentadas pelos idosos e prevenir as formas de exclusão que surgirão no futuro. O ODS 10 lida com a redução da desigualdade, dentro e entre países, e visa “garantir a igualdade de oportunidades e reduzir as desigualdades”. Algo que pode ser alcançado através de medidas para a eliminação da discriminação e o empoderamento e inclusão “social, econômica e política de todos, independentemente da idade, sexo, deficiência, raça, etnia, origem, religião, status econômico ou qualquer outra condição”.

O IPPDH se une à celebração do Dia Internacional do Idoso, promovido pelas Nações Unidas, sob o lema “Jornada para a igualdade de idade”, que tem os seguintes objetivos:

  • Sensibilizar a respeito das desigualdades que acompanham a velhice e em como elas refletem a soma de desvantagens ao longo da vida, destacando o risco intergeracional de um aumento na desigualdade durante a velhice.
  • Conscientizar sobre a urgência de se combater as desigualdades enfrentadas pelos idosos atualmente como da necessidade de se trabalhar para evitar as que surgirão no futuro.
  • Explorar as mudanças sociais e estruturais no âmbito das políticas da vida, tais como a aprendizagem permanente, medidas proativas e adaptativas do trabalho, proteção social e cobertura universal de saúde.
  • Refletir sobre as práticas, lições aprendidas e os progressos alcançados com a eliminação das desigualdades enfrentadas pelos idosos assim como avaliar esforços para alterar as narrativas negativas e os estereótipos que afetam a velhice.

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Projeto financiado com recursos do Fundo para a Convergência Estrutural do MERCOSUL
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